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Singela homenagem as Mulheres!

sábado, 10 de março de 2012

Este texto foi escrito pelo meu marido e ficou guardadinho porque achei que merecia uma ocasião especial...
E nada melhor para homenagear todas as mulheres em sua delideza, inconstância e plenitude, do que um olhar masculino sobre essa obra divina. E que os desejos desse dia sejam para todos os outros de suas vidas! Parabéns Mulheres!
 




Mulheres. Como posso entendê-las por mais de 5 minutos? Não foram feitas para serem entendidas, mas amadas e desejadas. Desejadas em sua totalidade, em sua pureza, em sua íntima natureza.
Não há como entender. Não há o que julgar. São naturezas distintas. Encaixam-se na Estética do Belo de uma forma sutil, suave... Não se descobre que caminhos percorrem. Mas admira-se o resultado final em sua totalidade única. Valorando o que de maior valor tem para si: a beleza. Dedicação que desperta inveja até nos espécimes mais duros de coração.
Como uma vitrine de tributo à deusa da beleza, Afrodite, externam o que de mais nobre há em cada um de nós. De um orgulho e uma honra inabalável, maquiam-se, pintam, mudam constantemente e nunca se encontram em estagnação.
Desta exteriorização do interior, deixam que a gente leia sua alma, pregam o amor à vida, ao bon vivant. Com seus trejeitos, suas manhas, nos colocam de joelhos, atônitos, embasbacados, vamos dizer assim, perante tal autoridade. Autoridade que vem de autor, o que demonstra sua obra criadora, que inspira, modela o mundo ao seu redor, e que, muitas das vezes nos divertem com as competições – saudáveis – das quais participam.
As mulheres são como o Amor, tema que se escreve durante uma vida inteira e nunca se esgota o assunto.
Amar por amar. Sem motivos, sem resguardo, sem limites. Deve ser esse o tema de cada uma delas, e me corrijam caso eu esteja errado.
Uma ode eu componho à tão incrivelmente bela criatura, geradora de todos nós, pois sem ela não há como viver e não há como haver vida.
Uma vida inteira eu dedicarei para compreender, e outras muitas vidas me serão necessárias para alcançar o mínimo de conhecimento.
Fecho com a frase clássica: Só sei que nada sei. E complemento: se fosse de outra forma não teria graça, e não seria tão bom de admirar, como o é hoje!

Saudações.
Diego Strauss

É isso! 

Bjins

Como assim?!

quinta-feira, 21 de abril de 2011

1 homem pode ousar querer entender o que se passa...

7 da manhã. O corpo doído, os cabelos desarrumados, mas somente um pensamento passa pela minha cabeça: cadê meu pacote? Pensamentos invadem minha cabeça. Calafrios femininos tomam conta do meu ser, e me levam a delirar em busca de uma resposta. 10 dias. Esse era o prazo. Mas já faz 08 dias. Por que não chegou ainda? Porque tem que ser sempre no prazo máximo?

Início de semana. Essa promete. Vou me organizar para poder cuidar de minhas bugigangas. Ah! Como é lindo esse estojo. Minha penteadeira nunca seria completa sem ele. Vocês não me entendem, eu sei, mas não me importa, porque ninguém me entende mesmo.

Preciso ligar pra minha melhor amiga e pedir desculpas. Semana passada foi meio complicada pra mim. Acho que ela me entende. Também, teve aquela vez que ela me ignorou e eu nem briguei com ela. Meu Deus! 

Preciso depilar, passar na papelaria, ir ao banco, colocar aquela carta no correio... – Não, mãe... Já falei pra senhora que não fui eu!

Só salada e frango. Eu tinha prometido. Dessa vez eu vou cumprir. Mas uma “pequena” sobremesa de 400 calorias não tem como negar. Daí já seria demais.

Noite de sexta-feira. Cadê a porcaria do pacote? Justo hoje que eu queria  taaaaannnttooo desfilar com ele...

Passo na portaria. Meu coração pára. Minha boca seca. O porteiro pede um segundo. Escuto um barulho de sacola. Ele me entrega um pacote. Quadrado. Com uns selos estranhos. É MINHA ENCOMENDA! 

Volto pra casa, pois vou ter que trocar de roupa, de sapato, passar demaquilante, enfim, sou uma nova mulher. Agora eu quero ver quem vai me segurar. Deixa estar. 

A ressaca amanhã é por conta do caldo de cana do seu José.

Ai! Eu sou a mulher mais feliz do mundo. Como sou linda, como sou tudo...
Fim...

Desta encomenda, mas virão mais, muito mais...

E a história continua.

Saudações.

Diego Strauss